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Especialidades

 
 
 
 

Consulta de Ginecologia

 

 
Com a consulta de ginecologia pretende-se prevenir, diagnosticar e tratar as doenças do aparelho reprodutor e da mama, e desta forma contribuir para a saúde e o bem-estar físico e emocional da mulher.

Contrariamente ao que acontecia no passado, em que a primeira ida ao “médico de senhoras” ocorria na gravidez ou durante o parto, esta primeira consulta ocorre hoje significativamente mais cedo.

Deve-se esta circunstância à melhor informação relativa aos meios existentes para o tratamento dos problemas relacionados com a reprodução, às mudanças dos comportamentos no âmbito da sexualidade e da contracepção e à percepção das vantagens inerentes ao rastreio do cancro ginecológico e da mama.
 
 
 
 
 
 

Consulta Materno/Fetal

 
A consulta de acompanhamento da gravidez tem como finalidade verificar a adequação do organismo materno às transformações que ocorrem neste período, detectar e corrigir as complicações de que se faça acompanhar, monitorizar o crescimento e o desenvolvimento do feto, e preparar a futura mãe para que o parto, a amamentação e o puerpério venham a ser recordados como momentos de vida felizes.
 
 
 
 
 

Ecografia

 
A visualização do embrião e do feto que a ecografia permite, a observação da sua integridade anatómica, a verificação do seu crescimento e desenvolvimento, a possibilidade de diagnóstico de algumas situações que permitem definir o momento e o tipo de parto, assim como o local onde este deve ter lugar, são apenas alguns exemplos que permitem compreender a incontornável importância da ecografia na vigilância actual da gravidez.
Rodeado de mistério por uma permanência de quarenta semanas no “silêncio” da noite uterina, de ilustre desconhecido até ao advento da ecografia (a actividade cardíaca é agora observável logo a partir dos 5 mm de comprimento), o feto adquiriu progressivamente o estatuto de “paciente”.
É esta percepção do feto enquanto “pessoa” que determina as expectativas dos pais relativamente aos cuidados que lhe podem ser prestados – mediante o recurso a meios de diagnóstico ou tratamento “in útero” – elevando actualmente as expectativas de assistência ao feto para níveis de exigência próximos dos que existem relativamente aos cuidados a prestar a um adulto que nos é próximo.